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Valores de Minas
Arte, cultura para o desenvolvimento de alunos da rede estadual.
Espetáculos
"Sempre Alegre Miguilim" foi o espetáculo do Valores em 2008 - Guto Muniz
Espetáculo "Opara", de 2007, teve como tema o rio São Francisco
"Delírio Barroco", do Valores, foi apresentado em 2005
"Metrópole" (2009)

A peça trata do cotidiano urbano e é inspirada na obra do artista de história em quadrinhos Will Eisner, criador de “Spirit”. Participaram da montagem, que ficou em cartaz de 10 a 20 de dezembro de 2009, no Plug Minas, os cerca de 570 jovens atendidos pelo programa. Em cena estavam os diversos elementos que compõem uma metrópole, como o homem que joga xadrez na praça, o camelô, os namorados, os garis. O espetáculo também prestou homenagem à arte de rua, como o grafite, o rap, o hip hop. Direção geral é de Carlos Gradim e Samira Ávila; roteiro, Edmundo de Novaes Gomes; assistente de direção, Cynthia Paulino; direção coreográfica, Bete Arenque; direção musical e composições, Mestre Negoativo (Ramon Lopes), Ronilson Silva (Grupo Berimbrown), Gustavo Henrique e Marcio Martins; direção teatral: Samira Ávila, Cynthia Paulino, Jonnatha Horta Fortes, Leonardo Bertholini; direção de artes plásticas, Marina Bylaardt; direção e criação de movimentos circenses, Leandro Miranda Dias - Branco (Trupe Tralha); criação e concepção de figurinos e adereços, Marina Bylaardt, Cynthia Paulino, Jonnatha Horta Fortes; cenografia, Daniel Herthel e Maria Leite; criação de luz, Fábio Retti.

“Sempre Alegre Miguilim” (2008)

Inspirado em textos de Guimarães Rosa, o espetáculo colocou em cena 350 jovens que participaram da elaboração do roteiro, trilha sonora e confecção de figurinos, adereços e cenários. “Guimarães Rosa foi uma inspiração desde o início. Muita gente diz que seus textos são difíceis, e isso nos fez perceber que precisávamos ser mais simples para entender a sua obra. A partir disso, os alunos improvisaram cenas e criaram universos de Guimarães com uma propriedade incrível”, avalia Samira Ávila, coordenadora do núcleo de teatro. Cerca de 7.000 pessoas assistiram ao espetáculo. A direção geral é de Carlos Gradim e Samira Ávila, roteiro de Edmundo de Novaes Gomes, direção coreográfica e dança de Bete Arenque, direção musical de Mestre Negoativo (Grupo Berimbrown), figurino e adereços de Marina Bylaardt.

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"Opara" (2007)

O rio São Francisco, ou Opara, na língua das tribos tupi-guarani, foi tema deste espetáculo. Com direção geral de Carlos Gradim e roteiro de Eid Ribeiro, os alunos apresentaram de forma lírica e poética um pouco das tradições e da riqueza cultural do Velho Chico. A direção coreográfica foi de Bete Arenque, direção musical do grupo Berimbrown, direção de cena de Samira Ávila, cenários de André Cortez e figurino e adereços de Marco Paulo Rolla. Além das 14 apresentações previstas, feitas para um público superior a 8.000 espectadores, os 300 jovens que integram o projeto foram convidados a participar do Festival Verão Arte Contemporânea, que aconteceu em Belo Horizonte em fevereiro de 2008.

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“Estrada dos Sonhos” (2006)

O espetáculo teve direção geral de Carlos Gradim e roteiro de Eid Ribeiro. Mostrou a trajetória de um grupo de animais que desejava formar a maior banda de música de todos os tempos. Inspirada no clássico “Os Músicos de Bremen”, a direção coreográfica ficou a cargo de Bete Arenque, direção musical do grupo Berimbrown, direção de cena de Samira Ávila, cenários de André Cortez, figurinos e adereços de Marco Paulo Rolla. Atuaram na peça 300 jovens que mostraram todo o talento e técnicas desenvolvidas. Mais de dez apresentações foram realizadas, atingindo um público superior a 5.000 pessoas.

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“Delírio Barroco” (2005)

Adaptado da obra “Delírio Barroco, Triunfo Eucarístico”, do dramaturgo português Gil Vicente, o espetáculo teve direção geral de Carlos Gradim e Eid Ribeiro. Este último foi responsável também pelo roteiro. A peça buscou retratar o “Céu e o Inferno” segundo as idéias, sugestões e pontos de vista dos alunos participantes do projeto. A direção coreográfica foi de Bete Arenque, a direção musical do grupo Berimbrown, a direção de cena de Fábio Furtado, cenários criados por André Cortez e figurinos de Marcos Paulo Rolla. A peça multicultural congregou técnicas de dança, teatro, circo, música e artes plásticas e contou com mais de 200 jovens em cena. Foram realizadas dez apresentações que reuniram um total de 3.000 espectadores.

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